poder
e política

8|out|08:30

PMDB, PRB e PV lideram a lista de prefeitos eleitos no Maranhão

Dos 30 partidos existentes no país, 19 deles elegeram prefeitos em 216 municípios do estado. Caso não venham ser cassados pela Justiça Eleitoral ou não troquem de legenda antes da diplomação e posse há prefeitos do PHS, PMN, PRTB, PRB e PSD.

O PMDB (47), o PRB (23) e o PV (20) lideram a lista dos partidos que mais elegeram prefeitos.  Depois aparecem o PR (17), PSB (15), PTB (12) DEM (11) e PT (10).

O PTC que disputa o segundo turno em São Luís contra o candidato do PSDB elegeu dois prefeitos. Os tucanos elegeram oito candidatos, entre os quais Sebastião Madeira que foi reeleito em Imperatriz.

A lista tem o PDT (8), o PPS partido de Eliziane Gama (6) e o PCdoB (5) prefeitos eleitos. Os comunistas elegeram prefeitos em: Cajapió, Dom Pedro, Gonçalves Dias, Igarapé Grande e Lajeado Novo.

Os 10 petistas que foram eleitos são de: Alcântara, Belágua, Campestre do Maranhão, Fortuna, Grajaú, Lagoa Grande, Lago do Junco, Peri Mirim, São Raimundo do Doca Bezerra e Urbano Santos.

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6|out|09:27

PT lidera disputa por prefeituras nas grandes cidades

por Fernando Rodrigues

Petistas e tucanos são os que estão com chances de vencer ou de ter votações expressivas na maior parte das cidades grandes do país.  É o que mostram as pesquisas mais recentes no grupo de municípios que incluem 26 capitais e os 59 com mais de 200 mil eleitores –e por isso podem ter segundo turno.

Esse grupo composto por 85 grandes cidades abriga cerca de 37% dos eleitores do país. Há pesquisas disponíveis em 82 dessas localidades. Nesse universo, o PT tem 37 candidatos competitivos: estão em primeiro lugar ou com chance de ir ao segundo turno. O PSDB tem 31 candidatos nessa situação.

O terceiro colocado nesse ranking é o PMDB (22 candidatos no páreo), seguido pelo PDT (15) e pelo PSB (13).

Quando se compara o cenário atual com o de 2008, também na semana final pré-eleição, nota-se que houve pouca mudança na ordem de partidos que lideram a lista de nomes competitivos.

Há duas alterações relevantes. Primeiro, o PSDB se mostra hoje mais bem posicionado do que em 2008. Segundo, o DEM agora está em posição mais frágil, pois cerca de metade de seus potenciais nomes competitivos migraram para o PSD.

No universo das maiores cidades, em 2008, o PT tinha menos do que hoje, 33 candidatos no páreo. Já o PSDB estava com apenas 20 nomes –dez a menos que os atuais.  Ao fim da eleição há quatro anos, o PT elegeu 22 prefeitos. O PSDB teve 13 eleitos nesses grandes centros.

No caso de os prognósticos atuais se confirmarem nas urnas amanhã, não ficará comprovada a tese de que o PT estaria sendo expelido dos grandes centros urbanos. Também não se enxerga ainda um crescimento significativo do PSB, do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, um possível candidato presidencial em 2014.

O PSB tinha nesta época em 2008 apenas seis candidatos competitivos. Venceu em cinco cidades grandes. Hoje, tem 13 nomes no páreo nos centros urbanos. Mesmo que vença em todos, estará ainda bem distante de tucanos e de petistas.

Ainda que PT e PSDB não vençam em todas as cidades nas quais aparecem com chances, as pesquisas até agora mostram que as duas siglas terão muitos votos em municípios importantes, que irradiam opinião pelas suas regiões. Trata-se de patrimônio relevante, pois os votos de hoje indicam a força potencial das legendas em 2014.

O partido que tem sido o campeão em prefeitos eleitos em todo o país é o PMDB. Mas nas grandes cidades essa legenda sofreu durante várias eleições até chegar a 19 prefeitos em 2008. Nas disputas de amanhã, há 22 peemedebistas com chances.

Gráficos: Editoria de Arte do UOL

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1|out|17:56

Partidos de esquerda têm chances em 80% das capitais

Candidatos das legendas consideradas de esquerda ou centro-esquerda podem vencer no primeiro turno ou ir para o segundo em 21 das 26 capitais brasileiras nas eleições de 2012– o equivalente a 80%. Os principais partidos do país tradicionalmente enquadrados nesse espectro ideológico são PT, PSB, PCdoB, PDT e PSOL.

Faltando uma semana para as eleições, as últimas pesquisas indicam que uma dessas legendas certamente vencerá em cinco capitais, onde ocupam o primeiro e o segundo postos na preferência do eleitorado, bem à frente dos demais concorrentes. São elas: Macapá (AP), Goiânia (GO), Belo Horizonte (MG), Cuiabá (MT) e Porto Alegre (RS).

Nas outras 16, os partidos de esquerda ou centro-esquerda lideram em sete: Rio Branco (AC), Salvador (BA), Fortaleza (CE), Belém (PA), João Pessoa (PB), Recife (PE) e Natal (RN).

Entre as 21 cidades, as situações mais difíceis estão no Rio de Janeiro (RJ), em Aracaju (SE) e Vitória (ES), onde candidatos de centro ou de direita lideram com larga vantagem, podendo vencer já no próximo dia 7.

O PT é o partido mais bem posicionado no conjunto das capitais entre as legendas de esquerda, com chance em 11 delas. Pode vencer no primeiro turno em Goiânia; deve ir para o segundo turno em Rio Branco, Salvador, Fortaleza, Cuiabá, João Pessoa e São Paulo; aparece em terceiro lugar, mas tecnicamente empatado com o segundo colocado, em Vitória, Recife e Porto Velho; e trava uma disputa acirrada em Belo Horizonte, numa campanha que acabou polarizada entre Patrus Ananias (PT) e o atual prefeito Márcio Lacerda (PSB), com vantagem para este último.

O PSB tem chances em oito capitais (Fortaleza, Belo Horizonte, Cuiabá, Recife, Curitiba, Aracaju, João Pessoa e Porto Velho). O PDT aparece bem colocado em quatro (Macapá, Natal, Porto Alegre e Maceió) e o PCdoB em três (Manaus, Porto Alegre e Florianópolis), assim como o PSOL (Belém, Macapá e Rio de Janeiro).

Atualmente, esses partidos, excetuando-se PSOL, governam 14 capitais, sendo sete do PT, três do PDT, três do PSB e uma do PCdoB.

Veja abaixo como está a disputa entre os principais colocados em cada uma das 26 capitais, de acordo com as pesquisas mais recentes. As cidades marcadas com asterisco indicam possibilidade de vitória no primeiro turno.

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4|jul|18:02

PT e PTB fecham aliança em São Luís

As direções do Partido dos Trabalhadores (PT) e Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) fecharam a coligação na chapa proporcional em São Luís. A reunião foi na sede do Diretório Municipal do PT.

Com a aliança fechada o PTB, comandado pelo deputado federal Pedro Fernandes integrará a coligação que tem o vice-governador Washington Oliveira (PT) como candidato a prefeito de São Luís.

A ideia dos petistas era de coligar com o Partido da Pátria Livre (PPL), que desistiu da aliança com o PT na chapa proporcional para fechar com o PSL. A outra opção era o PTdoB, mas o deputado federal Lourival Mendes em acordo com o partido optou pela aliança com o PRB e PSD.

A Executiva do PT havia marcado para ontem a decisão sobre a coligação na chapa de vereadores. Adiaram para hoje, após um acordo selado com o PTB, para definirem a aliança. Boatos divulgados na imprensa davam como certa a aliança entre o PTB e o PP, que lançou o ex-prefeito Tadeu Palácio como candidato a prefeito.

Registro

O candidato pelo PT à prefeitura de São Luís, Washington Oliveira, fará amanhã (dia 5) no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), a partir das 16h, o registro de sua candidatura. Washington estará acompanhado do candidato a vice- prefeito, Afonso Manuel (PMDB), e dos presidentes dos partidos que compõem  a coligação “Juntos por São Luís”.

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18|jun|07:17

Resistência petista: resolução política

Militantes, Parlamentares, Pré-candidatos/as e dirigentes municipais e estaduais do PT, integrantes das tendências políticas abaixo apontadas, reunidos no Encontro Estadual da Resistência Petista, que discutiu a Conjuntura Politica e as eleições 2012, no Auditório do SESIR/Fetaema em São Luís -MA, resolveram livremente:

1. Intensificar os esforços pela manutenção do PT do Maranhão fiel à sua tradição de luta por um estado verdadeiramente democrático, tendo como foco principal a defesa dos interesses da maioria de sua população e o consequente fim do modelo oligárquico de dominação política.

2. Prosseguir a luta pela independência e soberania do partido, em relação ao grupo que domina o Estado há quase 50 anos.

3. Defender o governo Dilma e a construção de um programa de desenvolvimento para o Maranhão de superação da pobreza e da miséria, que respeite o meio ambiente e os direitos humanos, em conjunto com forças políticas e sociais democrático-populares e de esquerda, visando à construção de um bloco histórico como base para a disputa de poder no estado e fortalecendo nossas lideranças em pontos estratégicos do estado.

4. Denunciar as violações sofridas pela população maranhense, especialmente nesse momento quando se constata a volta da pistolagem, da grilagem, dos crimes ambientais e o elevado índice de conflitos fundiários em áreas urbanas e rurais.

5. Dar integral apoio e fortalecimento aos movimentos sociais, populares, juventudes e ao movimento sindical que lutam pela superação deste modelo de sociedade e pela melhoria da qualidade de vida do povo maranhense, especialmente aqueles que representam legitimamente os mais pobres.

6. Defender a reaproximação do Partido ao campo democrático e popular, organizado-o para o próximo embate eleitoral, com ênfase na formação de fortes bancadas de vereadores/as e prefeitos/as, em alianças consistentes, visando acumular força para as eleições de 2014 e futuras. Para tanto anuncia alguns pré-candidatos/as a prefeitos já confirmados para discussão nas instâncias do Partido relacionados a seguir: Adalberto Franklin – Imperatriz, Antonio Soares –Barra do Corda, Balbina – Paço do Lumiar, Carlos Reis – Pastos Bons, Domingas –Carutapera, Genilson Alves – São Mateus, Manoelzinho – Estreito, Padre Vale – Barreirinhas, Professor Nonato – Olho D’agua das  Cunhãs, Vicentina – Viana.

7.     Rechaçar as alianças eleitorais com a oligarquia e a direita conservadora, principalmente em São Luís/MA.

8.     Estimular a formação e o debate político interno, democrático, socialista e a organização pela base em todo território maranhense.

9.     Fortalecer a Resistência Petista, que se constitui enquanto movimento interno do Partido dos Trabalhadores, integrando todos os militantes e lideranças, de todas as forças políticas internas, que continuam acreditando, sonhando e lutando pelos objetivos acima expostos.

10.  Referendar como coordenação deste Campo Político um coletivo comparticipação de no mínimo um representante por força política.

São Luís, 16 de junho de 2012.

Assinam

Militância Socialista, Mensagem ao Partido, DS, Articulação de Esquerda, Movimento PT, Coletivo Rebuliço, Reage PT e independentes.

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12|jun|12:15

Washington Luiz e a força de seus aliados, segundo o Cipec

Um estudo qualitativo do Centro Integrado de Pesquisa e Comunicação (Cipec) que serviu de critério para definir o Edivaldo Holanda Júnior (PTC), como o candidato do PCdoB e de setores do PSB e PPS em São Luís, também deixa o pré-candidato petista Washington Luiz numa zona de conforto.

Vice-governador do estado, Washington Luiz tem como principais trunfos de sua candidatura a governadora Roseana Sarney, a presidente Dilma Rousseff e os ex-presidentes da República, José Sarney (presidente do Senado) e Lula.

O trabalho do Cipec revela que os apoios da família Sarney e do ex-presidente Lula são considerados muito influentes em qualquer disputa eleitoral no Maranhão.

No estudo do Cipec, o ex-presidente Lula é maior o cabo eleitoral do petista Washington Luiz. “[...] a maior influência na definição da intenção de voto tende a vir do ex-presidente Lula, figura exaltada e querida de todos”.

Depois de Lula, é Roseana a grande força do vice-governador maranhense. “Roseana tem maior poder de influência direta sobre o voto do que o seu pai”, anotou o trabalho do Cipec.

De acordo com o estudo o senador Sarney, “aparece nas falas dos eleitores como uma figura poderosa, porém distante”. A presidente Dilma Rousseff tem um peso importante, mas fica aquém do poder dos Sarney e do ex-presidente Lula.

Se o Cipec estiver certo na avaliação que contribuiu para a escolha de Edivaldo Holanda Júnior e na ponderação dos aliados do petista Washington Luiz, nos resta esperar para saber onde foi que o Cipec errou.

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