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e política

24|jun|05:59

José Sarney: “É hora de parar”

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Leia abaixo a íntegra da nota divulgada pela assessoria do senador José Sarney no Amapá:

“Nota à Imprensa

O senador José Sarney (PMDB-AP) manifestou-se, agora há pouco, a respeito do episódio ocorrido nesta segunda-feira (23) em Macapá, por ocasião do evento do programa Minha Casa Minha Vida, do Governo Federal, em que foi hostilizado por militantes partidários de declarada oposição a ele.
Era esperado que isso pudesse ocorrer, diz, primeiro pelo acirramento do pleito eleitoral que se avizinha, segundo, pela própria mobilização feita com esse propósito, fato este do conhecimento de todos. Sarney diz ter sido convidado pessoalmente pela amiga e aliada Dilma Rousseff, presidente do Brasil e entusiasta do programa de habitação popular iniciado ainda na gestão de Luís Inácio Lula da Silva, outro companheiro de sua estima. Sarney foi, mais uma vez, diplomático, seguiu o protocolo que o evento exigia, para prestigiar a amiga Dilma e os amapaenses beneficiados pelo programa.
Diz também ter recebido no evento – como ocorre por onde quer que vá no país e fora dele – o carinho e a consideração de brasileiros que reconhecem a importância de seu papel na condução do país à redemocratização. “Lá mesmo, na festa da presidente Dilma, muitas pessoas aplaudiram, espontaneamente, a minha presença e a ajuda que tenho dado ao Brasil e ao Estado”, acrescenta o ex-presidente.
O senador, de 84 anos, também confirmou aquilo que seus amigos mais próximos e os aliados em Macapá foram comunicados na semana passada, de que não vai disputar a reeleição para o Senado em outubro próximo. “Essa decisão já estava tomada, comuniquei isso ao meu partido na semana passada. Entendo que é chegada a hora de parar um pouco com esse ritmo de vida pública que consumiu quase 60 anos de minha vida e afastou-me muito do convívio familiar”, declarou.
Sarney tem acompanhado de perto as idas e vindas da esposa, Dona Marly, aos hospitais em repedidas cirurgias e lentos processos de recuperação, em casa, como ocorre atualmente.
Ele confirma presença na Convenção do PMDB na próxima sexta-feira, dia 27. E diz também que irá participar das eleições deste ano, não como candidato, mas ajudando de todas as formas, ao inúmeros amigos e aliados que estarão na disputa. Também será a ocasião para se dirigir aos correligionários e simpatizantes, bem como aos cidadãos e cidadãs de bem do Amapá, a quem nutre profunda gratidão.

Macapá-AP, 23 de junho de 2014″

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17|mai|12:00

Dilma e Gastão: o Senado é republicano

Dilma e Gastao

O deputado federal Gastão Vieira esteve nesta sexta-feira (dia 16) com a presidente Dilma Rousseff, durante uma visita ao Piauí. Em Teresina, a presidente participou da formatura de alunos do PRONATEC e em Parnaíba, da entrega de unidades habitacionais do Programa Minha Casa Minha Vida.

Após as solenidades, Dilma Rousseff recebeu o deputado em audiência e reiterou o seu apoio à pré-candidatura de Gastão Vieira ao Senado Federal, pelo Maranhão.

Sobre o apoio da presidente, Gastão Vieira afirmou, “neste momento, é fundamental o reconhecimento do nosso trabalho no governo Dilma, como ex-ministro do Turismo e como político comprometido com o meu estado”.

Desaviso: Já disse e repito que os postulantes ao cargo de senador Haroldo Sabóia (PSOL), Gastão Vieira (PMDB), Marcos Silva (PSTU) e Roberto Rocha (PSB) são infinitamente mais republicanos que o Arnaldo Melo, deputado estadual peemedebista que presidente a Assembleia Legislativa.

 Foto: Roberto Stucker Filho

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12|mai|08:03

A vaga de senador é pra perder? Então, vá de Arnaldo Melo…

arnaldo melo jornada em Bacabal

O vice-prefeito de São Luís, Roberto Rocha (PSB) é favorito na disputa ao Senado. Nunca antes, a oposição teve a chance de eleger um senador tão facilmente. Mesmo nas vitórias eleitorais de Cafeteira.

Sob Rocha, um fogo-amigo incessante. Da entourage dinista, passando pelos Tavares, tio & sobrinho, até os novos aliados na tucanagem, muitos assopram o fogo em direção ao pré-candidato a senador do PSB.

As possíveis candidaturas do ex-ministro do Turismo, Gastão Vieira (PMDB) e do ex-prefeito João Castelo (PSDB) podem tirar Roberto Rocha da zona de conforto, em que ele se encontra.

Com o favoritismo de Flávio Dino nas alturas – pode ganhar a eleição no 1º Turno – setores do governismo inventaram a candidatura do presidente da Assembleia Legislativa, Arnaldo Melo (PMDB) ao Senado.

A candidatura de Melo pode ser traduzida assim: não basta perder o governo (para Flávio Dino), temos que perder o Senado (para Roberto Rocha).

Não creio que uma candidatura de Gastão Vieira signifique a derrota de Roberto Rocha. O jogo eleitoral fica mais difícil. Essa disputa, pelo menos, será republicana.

Juntar 25 assinaturas de deputados estaduais ou sair por aí numa desnecessária jornada legislativa não faz de Arnaldo Melo uma liderança política. Isso apenas revela que o presidente da Assembleia, faz política com ‘p’ minúsculo.

Rocha ou Vieira sabem exatamente a dimensão da República. Arnaldo está longe disso. Tão distante, que arrisco a afirmar que Melo é muito menos republicano do que Haroldo Sabóia (PSoL)e Marcos Silva (PSTU).

Rocha, Vieira, Sabóia e Silva seriam ou serão muito melhores senadores do que o deputado estadual peemedebista Arnaldo Melo. Quem quiser perder a eleição para o Senado, que assine algumas das listas da turminha do Arnaldo Melo…

A foto acima é de Racciele Olivas/Agência AL na jornada legislativa de Bacabal
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7|mai|11:52

A candidatura de Arnaldo Melo ao Senado é uma retribuição de João Alberto a Roberto Rocha?

João Alberto e Roberto RochaEcoa na política do Maranhão que o hoje vice-prefeito de São Luís, Roberto Rocha (PSB) se lançou candidato a senador em 2010, para atrapalhar a candidatura do ex-governador José Reinaldo Tavares (PSB).

Em 2010, puxado pelo milhão de votos de Edison Lobão (PMDB), João Alberto foi alçado ao Senado. Próceres da oposição acrescentam, ao milhão de votos do Lobão, a ajuda da candidatura de Roberto Rocha.

Em 2014, Roberto Rocha segundo as pesquisas eleitorais – exceção as do instituto Data M –não vence a eleição para o Senado.

Os levantamentos apontam que Roberto Rocha não ganharia de Roseana Sarney (PMDB), perderia para o Domingos Dutra (SDD) e também de José Reinaldo Tavares (PSB). Nenhum dos três é mais candidato a senador. Roseana nem disputará a eleição.

São lançados ao Senado Gastão Vieira e João Castelo. Roberto Rocha continua perdendo a eleição senatorial, a exceção segue por conta do Data M, que tem as pesquisas contratadas e pagas por uma emissora de rádio do socialista.

Mas, o presidente estadual do PMDB, João Alberto decide apoiar a candidatura de Arnaldo Melo, deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa a vaga de Senador.

Gastão Vieira que ganha de Roberto Rocha em todas as pesquisas eleitorais – exceto nas do Data M – tem que disputar no PMDB a vaga com Arnaldo Melo, porque assim desejam João Alberto, o deputado estadual Roberto Costa e Remi Ribeiro.

O PMDB então decide que uma pesquisa eleitoral definirá quem terá a vaga de senador. Dias depois, João Alberto resolve que o candidato sairá de um consenso na cúpula peemedebista. Não mais de uma pesquisa. Roberto Rocha comemora.

A mudança do peemedebista ocorre após “descobrirem” que Gastão Vieira tem um recall eleitoral infinitamente maior do que o de Arnaldo Melo. Porém, o que atende ao interesse de João Alberto é a candidatura de Arnaldo, o único que até aqui perde para Roberto Rocha.

A candidatura de Arnaldo Melo, ao Senado é a retribuição de João Alberto a candidatura de Roberto Rocha em 2010, dizem próceres da oposição e também governistas.

Caso prospere, a candidatura de Arnaldo Melo é a bucha que Roberto Rocha tanto sonha para chegar ao Senado.  Mas, antes disso terá que dissuadir João Castelo de deixar o seu caminho.

Desaviso 1 O ex-prefeito de Caxias, Humberto Coutinho e o empresário Dedé Macedo gente de proa da campanha de Flávio Dino, votariam em Edinho Lobão para o Senado, caso ele não fosse pré-candidato ao governo.

Desaviso 2 O jornalista Jorge Aragão publica em seu blog que 25 deputados estaduais irão ao PMDB, comandado por João Alberto declarar apoio a candidatura Arnaldo Melo

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7|mai|10:05

Lobão Filho em duas derrapadas…

Acompanhado de lideranças estaduais e municipais, o senador Edson Lobão Filho prestigiou aniversário de 179 anos de Barra do Corda l

Na segunda-feira (dia 5) uma fotomontagem de uma festa em Barra do Corda.

Lobão Filho palacio

Hoje (dia 7) uma foto de reunião do pré-candidato no Palácio dos Leões.

Quem está no comando da pré-candidatura peemedebista?

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11|abr|09:16

Castelo ‘ressurge’ com força para o Senado

castelo senado2O tucano João Castelo (PSDB) está na boa com o eleitorado. Pelo menos, é o que aponta uma pesquisa encomendada por uma entidade empresarial que o pôs na lista de candidatos ao Senado.

Sem a governadora Roseana Sarney (PMDB), Castelo aparece na frente – dentro da margem de erro – em todos os cenários da amostragem.  Foram postos no levantamento os peemedebistas Edinho Lobão e Gastão Vieira, o vice-prefeito de São Luís, Roberto Rocha (PSB) e os candidatos da esquerda Marcos Silva (PSTU) e Haroldo Sabóia (PSoL).

Castelo lidera em todas as simulações, principalmente nas regiões Metropolitana de São Luís e nos Cocais, com destaque para Caxias. Mas, é dele a maior rejeição entre os listados na pesquisa.

O levantamento foi feito para avaliação da entidade, que deve realizar outras duas pesquisas, após os governistas definirem seus candidatos.

A candidatura de Castelo ganhou força depois de Roseana optar por ficar no governo. Ex-governador, ex-deputado, ex-senador e ex-prefeito de São Luís, Castelo demonstra ter ainda muito capital político para usar.

Governo e PT

Os próximos levantamentos eleitorais contratados pelas legendas base do governo devem trazer os nomes de Arnaldo Melo (PMDB) e do petista Raimundo Monteiro (PT) na lista de candidatos ao Senado.

Depois de querer ser governador via eleição indireta na Assembleia, Arnaldo Melo se apresenta como pré-candidato ao Senado de parcela da base governo no Legislativo estadual.

Mesmo sem acreditar, numa possível candidatura do presidente estadual do PT, Raimundo Monteiro nas eleições deste ano, o vice-presidente da legenda Augusto Lobato abre um sorrisão quando comentam com ele essa possibilidade.

Apoiador da candidatura de Flávio Dino (PCdoB), Lobato diz que não abrirá mão de comandar o PT nas eleições, caso Monteiro seja candidato.

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