poder
e política

9|mai|20:18

O comunista no bico da tucanagem

 

Aecio Neves em SL

Flávio Dino: “Eu preciso do PSDB para ganhar esta eleição”.

João Castelo: “Vou entrar de cabeça nesta eleição”.

 

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17|abr|21:50

“A indispensável contraofensiva política das forças progressistas”

O texto abaixo é o editorial do Portal Vermelho – site mantido e gerido pela Associação Vermelho, em convênio com o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) – publicado na quarta-feira (dia 16).

Será que na Comissão Política Nacional do Partido Comunista do Brasil persiste uma “suposta pureza”? Não creio.

Como não creio, suponho que o desejo de e/ou tendência a excluir sistematicamente os outros, resida tão somente em outros confins do Brasil.

 

PCDOBA reunião realizada no início desta semana pela Comissão Política Nacional do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) foi um fato auspicioso da vida política nacional neste momento de pré-campanha eleitoral e acirramento da luta política.

O pronunciamento da direção comunista é uma peça política que ajuda a construir a contraofensiva das forças progressistas, indispensável para enfrentar o jogo sujo da oposição conservadora e neoliberal e sua estratégia de desestabilização do país. A decisão dos comunistas soma-se às iniciativas da presidenta Dilma Rousseff e do ex-presidente Lula, a partir da semana passada, de defender as conquistas do governo e rechaçar a campanha agressiva da oposição, principalmente dos principais candidatos oposicionistas – Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB-Rede-PPS).

É notável o alerta que fazem os comunistas de que a ação oposicionista não pode nem deve ser subestimada, porquanto tem bases fincadas nas classes dominantes, destacadamente a oligarquia financeira e seus elos internacionais, e nas instituições de um Estado em sua essência conservador e antidemocrático. No Brasil, atua com enorme força e capacidade de articulação política um poderoso “consórcio oposicionista, constituído pelas forças conservadoras, pela oligarquia financeira e por grandes grupos de comunicação”, diz o documento.

Este consórcio desencadeou “sequenciados ataques contra o governo da presidenta Dilma Rousseff”, destaca o documento da direção do PCdoB, que vê na investida, em plena pré-campanha pela sucessão presidencial de 2014, o objetivo de imobilizar o governo, desacreditá-lo e, além disto, atingir a liderança e a reputação da presidenta da República.

Rigorosamente, a campanha eleitoral da oposição conservadora revela-se uma campanha contra o Brasil. A escolha da Petrobras, a gigante petroleira, uma das mais fortes e conceituadas empresas estatais do mundo, como alvo imediato da campanha de desestabilização, é de per si uma denúncia dos fins antinacionais da ação dos partidos oposicionistas. Foi no governo de FHC, de triste memória, que o Brasil foi submetido ao furor privatizador, do qual a Petrobras, como o Banco do Brasil, só escapou pela resistência popular e por decurso de prazo. O ex-presidente não conseguiu fazer seu sucessor, derrotado nas urnas por Lula em 2002.

Tem também caráter antinacional e antipopular a sistemática luta que fazem as forças conservadoras para reverter as conquistas alcançadas pelo povo brasileiro em todos os terrenos ao longo de 12 anos de vigência de governos progressistas.

“O Brasil se encontra diante de uma encruzilhada política: ou avança – com a realização das reformas estruturais, no caminho progressista desbravado pela vitória de Lula, em 2002, e confirmado, pela vitória da presidenta Dilma, em 2010 – ou retrocede, engata uma marcha a ré aos tristes anos de 1990, com o retorno das forças conservadoras. Deste dilema, e desse antagonismo, emana a presente agressividade contra a presidenta Dilma”, assinala a nota da Comissão Política Nacional do PCdoB.

Esta é a questão essencial, sem cuja compreensão as forças de esquerda não conseguirão dar o passo necessário na luta para prosseguir mudando o Brasil no sentido progressista, para o que é indispensável defender o mandato da presidenta Dilma e sua reeleição em outubro próximo.

Dilma faz um admirável governo e tem a aprovação da esmagadora maioria da população. Enfrenta bem os efeitos negativos da grave crise econômica e financeira mundial sem penalizar os trabalhadores, nem abrir mão das políticas sociais que retiram milhões de pessoas da miséria, persistindo na estratégia de desenvolvimento nacional que associa crescimento econômico e distribuição de renda. Na frente externa, o Brasil segue desempenhando seu papel de força solidária com os povos e países irmãos latino-americanos, apostando na integração soberana, em políticas internacionais contra-hegemônicas e de paz.

Por outro lado, o que a oposição apresenta, em termos de alternativa programática, é uma reedição anacrônica do receituário dos anos 1990 que levou o Brasil à bancarrota, aviltou a soberania nacional, vilipendiou direitos dos trabalhadores e levou a vida do povo a um inaudito nível de degradação.

É nesse quadro que assume importância estratégica a mobilização popular e a consolidação de uma frente democrática, progressista, patriótica e popular em torno da luta pela reeleição da presidenta Dilma Rousseff, com um “programa que renove as esperanças e aponte nova etapa para o desenvolvimento”, como destaca a nota da direção comunista.

Momentos de intenso debate político, as campanhas eleitorais dão ensejo a uma atividade pedagógica de mobilização e elevação da consciência política do povo. Mais do que nunca, está na ordem do dia a luta pelas reformas estruturais democráticas, entre as quais ganham destaque a democratização dos meios de comunicação, a reforma política democrática, a reforma urbana e a reforma tributária progressiva, como instrumento de combate ao rentismo e de distribuição de renda.

Sobre esta base e com a experiência acumulada, as forças de esquerda reúnem todas as condições para elaborar um programa político que seja um instrumento de combate do povo brasileiro para avançar no rumo da construção de uma nação profundamente democrática, soberana e socialmente justa.

Leia mais: http://vermelho.org.br/editorial.php?id_editorial=1348&id_secao=16

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16|abr|06:32

Flávio Dino e seu projeto de vida

flavio dino e aecio e brandao

 

 

 

 

 

 

 

 

Flávio Dino quer ser a qualquer custo governador do Maranhão. Tem tudo pra sê-lo.

Fez disso seu projeto de vida.

No que isso resultará? Até Deus tem dúvida.

 

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8|abr|07:56

Pastor Porto avança para ser o vice de Flávio Dino

porto e dino2O vice-prefeito de Imperatriz, pastor Luiz Carlos Porto (PPS) disse para Flávio Dino (PCdoB) que quer ser o candidato a vice-governador na chapa dinista.

Pré-candidato a deputado federal Pastor Porto elencou três razões para ser escolhido como vice na chapa de Flávio Dino: uma geográfica, outra religiosa e uma simbólica.

Pastor Porto disse a Flávio que na lista de postulantes à vaga de vice, apenas ele tem condições de dialogar com a massa de eleitores evangélicos. Segundo ele a rejeição ao candidato do PCdoB é forte nesse setor.

“As pessoas tem muita dificuldade em compreender essa questão do candidato comunista. Tem muitas lideranças que só falam disso”, disse Porto.

A questão geográfica é por ele ter a base eleitoral em Imperatriz, nesse momento da conversa fez críticas ao pedetista Márcio Honaiser – empresário em Balsas – escolhido ontem pelo PDT como o vice da legenda, numa provável composição com o PCdoB.

Por fim, o Pastor Pastor falou de sua relação com o ex-governador pedetista Jackson Lago (já falecido) de quem fora vice.

“Tem essa carga simbólica importante, eu era o vice-governador do Dr. Jackson quando nos tomaram o governo. Quando cassaram um governo legitimamente eleito. Essa simbologia nenhum outro candidato acrescenta a sua chapa”, afirmou Porto.

Senado

Enquanto Pastor Porto pede para ser vice, o dirigente do PPS Paulo Matos quer ser o primeiro suplente de senador na chapa de Roberto Rocha (PSB).

Rocha já se decidiu pelo empresário Pedro Maranhão, ex-Chefe da Casa Civil do governo José Reinaldo Tavares (PSB).  Matos não gostou do que ouviu.

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2|abr|08:25

Uma das ‘vices’ de Flávio Dino desviou R$ 8,2 milhões do SUS

Curado2

A pedetista Rosângela Curado, ex-secretária da Saúde dos municípios de Imperatriz e de Coelho Neto e ex-candidata a prefeita de Imperatriz, cotada para integrar a chapa de Flávio Dino (PCdoB) na disputa pelo governo estadual foi flagrada pelo Departamento Nacional de Auditorias do Sistema Único de Saúde, SUS, no desvio de R$ 8.278.517,20 milhões num esquema que simulava tratamento de glaucoma em pacientes de quatro municípios do Leste maranhense. A fraude incluía a participação de médicos sem especialização em oftalmologia que cometiam o mesmo crime em outro estado.

A pedetista Rosângela Curado pagou 193.291 mil procedimentos médicos com recursos do SUS destinados à Prefeitura de Coelho Neto, e o que mais chama a atenção é que aquele município tem apenas 46.792 habitantes que, se somados aos moradores das cidades vizinhas de Duque Bacelar, Buriti e Afonso Cunha, que poderiam ser assistidos com os recursos enviados para Coelho Neto, totalizariam 88 mil pessoas, menos da metade das mais de 193 mil que teriam sido tratadas de glaucoma, com o detalhe de que apenas as pessoas da terceira idade, cerca de 12% dos 88 mil potenciais clientes do SUS, poderiam ter a doença.

A fraude, de tão elementar, faz pensar que Rosângela Curado nunca imaginou que um dia seria auditada pelo SUS. Tem médico que colocou no bolso R$ 655.853,69 num mês, como se nos 19 dias úteis de abril de 2011 um único profissional teria atendido 13.490 pacientes, ou feito procedimentos em 26.980 olhos, 25 segundos para cada olho sem intervalo para a saída e entrada de pacientes, isso considerando que o médico ficava até 10 horas em pé num centro cirúrgico ou no ambulatório.

Curado 1

O que mais faz pesar a mão dos auditores contra Rosângela Curado é o fato de apenas um dos quatro médicos pagos por ela, para “curar” 193 mil pacientes de glaucoma, ter especialidade em oftalmologia. Os outros três são clínicos gerais, o que, para o SUS, se constituiu em ato de extremo risco para os doentes tê-los submetidos a essa situação, se, de fato, essas multidão toda tivesse sido “tratada”. E mais: Curado declarou que esses procedimentos eram feitos em ambientes improvisados, em casas arranjadas pelas prefeituras, em regime de mutirão.

A auditoria também condena o fato dela ter alegado, em defesa, que teria atendido gente em outras regiões, o que não se justifica, e determina que seria técnica e humanamente impossível atender tanta gente no espaço de tempo declarado nas faturas pagas. Um único médico, sem especialidade para tratar doenças dos olhos, faturou R$ 3.382.792,89 em cima de 74.424 procedimentos, ou seja, 148.848 olhos tratados.

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“Especialistas” - Os mesmos médicos e diretores da clínica contratada por Rosângela Curado suspeitos de malversação de mais de R$ 8,2 milhões das contas da Prefeitura de Coelho Neto respondem por crimes idênticos cometidos com uma clínica de razão social diferente no município piauiense de Água Branca. Lá o rombo foi de R$ 2,5 milhões e incluiu ousadias como o mesmo profissional atendendo em 15 cidades no mesmo dia, pessoas mortas há mais de dois anos sendo operadas até duas vezes e declarações falsas de porte de especialidade em oftalmologia.

No caso do Maranhão, Rosângela Curado está sendo chamada pelo SUS para devolver os R$ 8.278.517,20. Internamente, outros pedetistas aspirantes ao posto de vice de Flávio Dino, acompanham com expectativa a repercussão do caso que tende a aumentar com a exposição do relatório da auditoria feita pelo Ministério da Saúde na Internet. Curado seria o “tempero” imperatrizense que o comunista tanto deseja na sua chapa, mas o desfalque agora descoberto pode dificultar essa engenharia.

 Curado4

 

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