poder
e política

5|jul|08:55

Campanha da Dilma no Maranhão

Dilma e Lula

A coordenadora da campanha da presidenta Dilma no Maranhão, Berenice Gomes, reunirá nesta segunda-feira, em Brasília com o presidente nacional do PT, Rui Falcão, para tratar da organização da campanha à reeleição da presidenta no Maranhão.

A reunião terá a presença de coordenadores nacionais e dos estados da região Nordeste da Campanha da Dilma. O encontro tem como objetivo apresentar as linhas da campanha e a orientação sobre a mobilização e a organização das atividades.

“Pretendemos organizar uma campanha bonita que agreguem todos aqueles que querem a continuidade do projeto que tem dado certo no Brasil e que aponta para um futuro mais ainda promissor, com a chegada de um novo ciclo de desenvolvimento”, disse Berenice Gomes.

Segundo Berenice Gomes ao voltar de Brasília, reunirá com os partidos da coligação para formalizar o Conselho Político e colocar a campanha nas ruas e em todos os municípios do Maranhão.

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27|ago|16:50

Cléber Verde aluga sala de eleitor-amigo com dinheiro público

cleber e  a sala

O deputado federal Cléber Verde (PRB) paga com a verba da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (Ceap) uma sala no Edifício Mendes Frotas (São Francisco) que fica praticamente fechada o ano inteiro.

Cléber Verde aluga por R$ 3 mil mensais a sala de Luiz Sousa da Silva, seu amigo, eleitor e doador de sua campanha. Em 2010, Luiz da Silva doou R$ 3 mil para a campanha à reeleição do deputado, segundo informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

De acordo com pessoas que trabalham no edifício Mendes Frota, o deputado “quase nunca” aparece por lá e alguns funcionários vão de vez em quando para limpar e organizar a sala. Só neste mandato, ele já gastou R$ 78 mil para ter o local à disposição.

O proprietário da sala contou ao Congresso em Foco que trabalha para o deputado em São Luís. O nome dele, porém, não aparece na relação dos funcionários contratados pela Câmara.

Saiba mais no Congresso em Foco

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27|nov|06:27

Zeca Baleiro e a ‘campanha’ para levá-lo a secretaria de Cultura de São Luís

Em sua página no Facebook, o cantor e compositor Zeca Baleiro disse até ter sonhado com a função de Secretário Municipal de Cultura – fãs fizeram uma campanha nas redes sociais (releia aqui) -, mas descartou ter recebido convite e classifica o cargo de burocrático.

Nunca havia passado pela minha cabeça o projeto de assumir um cargo como o de Secretário de Cultura, mas é claro que, uma vez deflagrada a campanha, minha mente sonhadora se perdeu em mil projetos e devaneios..”

Baleiro afirmou ainda que é necessário “aprender a não bater continência aos absurdos e desmandos de governantes, sejam quais forem. Aprender que fazer cultura é muito mais que administrar orçamentos de Carnaval e de São João, prestigiando grupos não por talento ou mérito, mas por retribuição a sei lá que “tenebrosas transações”.

Zeca Baleiro conclui o texto afirmado que “há muitas pessoas capazes em São Luís – artistas ou não – para ocupar o cargo de Secretário de Cultura. Espero que o prefeito eleito tenha a sabedoria de escolher uma pessoa honesta e realmente comprometida com os rumos culturais da cidade”.

por ZECA BALEIRO

Este texto é para agradecer a mobilização que foi feita nas redes sociais há cerca de um mês pedindo o meu nome para Secretário Municipal de Cultura de São Luís do Maranhão. Naturalmente fiquei lisonjeado com a “campanha”, uma iniciativa de fãs, entusiastas e amigos, mesmo que não tenha sido feito nenhum convite oficial.

Nunca havia passado pela minha cabeça o projeto de assumir um cargo como o de Secretário de Cultura, mas é claro que, uma vez deflagrada a campanha, minha mente sonhadora se perdeu em mil projetos e devaneios. Sonhei festivais, editais, ocupação artística da área histórica, revitalização de fato, oficinas, intercâmbios e troca de conhecimentos com o resto do país. Sempre lutei, à minha maneira e com as armas que tinha, por uma vida cultural proativa, intensa e autossuficiente nas cercanias do Maranhão, estado cuja diversidade cultural e racial ímpar faz dele um dos grandes tesouros do país (ainda que bastante escondido).

Mas o cargo de Secretário Municipal de Cultura é um cargo político, e mais que político, burocrático. E eu, por mais que me esforçasse não me sentiria capaz (não neste momento pelo menos) de desempenhar a função como devida. Sou um artista, e é dessa maneira que sinto que posso ajudar no desenvolvimento cultural do meu lugar de origem. Mas não tenho ilusões. Não se muda o cenário cultural de uma cidade, estado ou país com atitudes paternalistas ou favores de balcão (cultura que aliás sempre imperou no Maranhão), mas sobretudo com uma discussão madura sobre o tema e uma proposta efetiva e plausível de política cultural. Infelizmente o Maranhão – e São Luís a reboque – está ainda na pré-história do debate político sobre cultura, como de vários outros debates (e faço aqui uma exceção honrosa a alguns guerreiros solitários como os amigos Joãozinho Ribeiro e Josias Sobrinho).

O que vigora é a “politicagem” mais estéril e infrutífera (frutífera apenas para os bolsos dos beneficiados, que não são poucos) e a briga de interesses tacanhos de grupos políticos e/ou partidários. Ora, a cultura é um bem comum, e deveria estar acima de interesses deste ou daquele. Mas não á assim que acontece, infelizmente.

E assim vai-se levando a carruagem, dando esmolas à nobreza da cultura popular e enriquecendo os cofres de joões-ninguéns articulados e bem relacionados, mas sem nenhum comprometimento com o fazer cultural. Minto, pois eles têm sim um comprometimento com a cultura – a cultura do dinheiro, sujo de preferência, e ganho às custas do suor de poetas, pintores, escritores, músicos, grafiteiros, atores ou simplesmente amantes da arte e da beleza. Enriquecem enquanto morrem à míngua felipes, leonardos, tetés, nivôs e toda a realeza mestiça espalhada (e esquecida) nos guetos de nossa outrora “Ilha Rebelde”.

Pois é justamente o que falta à nossa cidade: rebeldia. Rebeldia de verdade, visceral, guerreira, suicida quem sabe. Aprender a não bater continência aos absurdos e desmandos de governantes, sejam quais forem. Aprender que fazer cultura é muito mais que administrar orçamentos de Carnaval e de São João, prestigiando grupos não por talento ou mérito, mas por retribuição a sei lá que “tenebrosas transações”.

Há muitas pessoas capazes em São Luís – artistas ou não – para ocupar o cargo de Secretário de Cultura. Espero que o prefeito eleito tenha a sabedoria de escolher uma pessoa honesta e realmente comprometida com os rumos culturais da cidade. Nenhum governo, em nenhuma esfera, pode ser considerado “vitorioso” se não se basear no tripé básico Saúde + Educação + Cultura. Desejo sorte a ele e à cidade durante seu mandato.

E se por acaso acontecer de um dia eu ser de fato convidado para cargo semelhante, espero estar à altura de merecê-lo, e ser capaz de fazer metade do que sonho como projeto cultural ideal para minha cidade, cidade que amo, apesar de todos os pesares de toda relação de amor, que pode (e deve) ser crítica, por que não? Isso não torna o meu amor menor. Nem minha revolta. Sim, revolta contra as almas mesquinhas que querem apequenar o que nasceu para ser grande e belo e altivo, como a nossa Ilha de Upaon-Açu, grande desde o nome até o seu destino”.

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10|nov|08:21

No Facebook, Zeca Baleiro para a Func

com o BLOG DO GARRONE

O jornalista Sérgio Castellani, assessor de Zeca Baleiro, afirmou que o artista não se pronunciará sobre campanha que tomou conta das redes sociais em São Luís indicando o seu nome para assumir a presidência da Fundação Cultural de São Luís (Func) – que dever virar secretaria – na nova gestão de Edivaldo Holanda Júnior (PTC).

Castellani explicou que não há nenhum convite oficial e tão pouco qualquer movimento por parte do artista para assumir o cargo, e por isso a opção pelo silêncio.

Baleiro e Castellani estavam no aeroporto de São Paulo de onde embarcou no final da manhã de ontem para Curitiba (PR). Castellani revelou que Baleiro foi pego de surpresa com a notícia da campanha.

- Utilizo o facebook para divulgar meus shows e colher opiniões sobre o meu trabalho – explicou Baleiro, através do assessor.

A opção pelo silêncio não deixa de revelar que caso seja convidado ele poderá aceitar, já que do contrário, agradeceria de antemão a lembrança do seu nome e diria que possui outros projetos para sua carreira. Nesta, o porta-voz foi lacônico:

- Isso não sou eu que estou dizendo, mas você…

DesavisoParceiro-irmão de Zeca Baleiro de muitas jornadas culturais, o paraibano Chico César tomou posse na presidência da Fundação Cultural de João Pessoas (Funjope) em maio de 2009. Desde janeiro 2010 é Secretário de Cultura do Estado da Paraiba. Sua gestão é uma das mais avançadas do setor no país.

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27|out|06:47

Castelo fez um caminho sem volta na disputa com Edivaldo

A campanha de reeleição de João Castelo percorreu um caminho sem volta. Foi um percurso de não-volta ao comando da prefeitura de São Luís em janeiro de 2013.

Castelo ‘construiu’ uma estratégia eleitoral nesta eleição que pode ser qualificada de várias formas, menos de bem-sucedida. O tucano é muito equivocado do ponto de vista eleitoral.

A estratégia de campanha de Castelo, particularmente neste segundo turno, beirou o fascismo. No debate ontem na TV Mirante várias de suas falas apontam para isso.

Neste segundo turno contra Edivaldo Holanda Júnior, o futuro ex-prefeito Castelo não fez uma campanha apenas conservadora, ele foi muito oportunista e bastante hipócrita. O tucano buscou na reta final da campanha organizar uma pauta conservadora baseada nos costumes.

Em dos seus enunciados de ontem falou: “Edivaldo diz ser temente a Deus, mas é apoiado por um partido de ateus”.

O que Castelo talvez não saiba é que: muitos evangélicos votam de acordo com sua consciência. As pessoas saem da igreja e tomam ônibus. Ficam doentes e vão ao posto de saúde. E rezam também. Elas sabem que a esfera da política está bem longe de ser divina.

Boa parte da provável derrota eleitoral de Castelo – se a votação amanhã confirmar as pesquisas e acredito que confirmem – deve ser creditada única e exclusivamente ao prefeito tucano.

Embora não seja possível ser taxativo em política, com a derrota amanhã para Edivaldo Holanda Júnior, o prefeito Castelo ‘morre’ politicamente. Tentou estratégias que deram errado. E é uma pessoa muito difícil, agressiva, que fomenta a divisão.

DESAVISO: Em duas das pesquisas que ainda estão por vir Castelo encosta em Edivaldo, mas não passa.

Foto: Felipe Klamt

 

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13|ago|12:29

Juiz proíbe trabalho de crianças em divulgação de candidatos em Imperatriz

O titular da Vara da Infância e da Juventude de Imperatriz, juiz Delvan Tavares Oliveira, proibiu a participação de crianças e adolescentes no trabalho de divulgação de candidatos na comarca. A medida é objeto da Portaria nº 05/2012, editada pelo magistrado.

Segundo o documento, o descumprimento da decisão implica em multa para o contratante, “sem prejuízo do encaminhamento dos infratores aos órgãos de proteção do trabalho infantil”, a exemplo do Ministério Público do Trabalho e Promotoria da Infância e da Juventude de Imperatriz.

Ainda de acordo com o documento, cabe ao Comissariado de Justiça fazer cessar a atividade vedada. Para isso, crianças e adolescentes flagradas em trabalhos do tipo devem ser encaminhadas aos pais ou responsáveis, o material de campanha recolhido e os responsáveis pela contratação autuados, determina a portaria.

Contrato

“O art. 7º, XXXIII, da Constituição Federal, que veda qualquer trabalho remunerado a menores entre 14 e 16 anos, salvo na condição de aprendiz, o que exige, dentre outras condições, contrato formal de trabalho, impedindo, assim, trabalho avulso, de pequena empreitada e de serviços temporários”, justifica o juiz.

Delvan Tavares ressalta que o mesmo artigo “proíbe o trabalho noturno, perigoso ou insalubre a menores de 18 anos”. Na visão do juiz, o trabalho de sacudir bandeiras e entregar santinhos de candidatos é uma “atividade insalubre, na medida em que adolescentes permanecem nas ruas e esquinas sacudindo freneticamente bandeiras de candidatos… sob temperatura de 40 graus”.

Continua o magistrado: “a atividade não contribui de forma alguma para a formação moral, educacional e profissional do adolescente, além do que não o protege do uso de drogas e da prostituição”.

O juiz chama ainda a atenção para o fato de que “boa parte desses adolescentes é do sexo feminino, estando, muitas vezes, expostas a ofensas morais e, sobretudo, a investidas de natureza sexual”.

Informações da Ascom/ CGJ

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