poder
e política

22|ago|08:29

VEREADOR PÕE JOÃO CASTELO PARA TRABALHAR

Bastaram duas semana no parlamento municipal para o vereador Geraldo Castro (PCdoB) fazer o prefeito João Castelo voltar ao ‘trabalho” na Prefeitura de São Luís. O comunista em pronunciamentos na Câmara expôs as fragilidades desses 200 dias do governo tucano.

Ausente do Palácio La Ravardière há um mês, Castelo foi ontem a duas creches municipais. Disse que hoje rebateria às críticas da oposição numa entrevista coletiva.

Geraldo Castro expôs, por exemplo, que Castelo não dado o devido respeito ao parlamento municipal, ao não responder sequer um requerimento da Câmara. Os vereadores aprovaram por unanimidade, um requerimento com pedido de informações sobre o custo do “empreendimento paisagístico” efetuado por Castelo nos primeiros dois meses de gestão.

Castelo ignorou o debate sobre a metropolização da Ilha de São Luís, capitaneado competentemente pelo prefeito Luís Fernando Silva, de São José de Ribamar. Juntamente com a líder da bancada do PCdoB, vereadora Rose Sales e o deputado federal Flávio Dino, dialogaram com o prefeito ribamarense sobre o processo de metropolização.

Juntamente com Flávio Dino assinou o requerimento à direção nacional do IBGE solicitando o detalhamento da metodologia que apontou que São Luís ainda não possui um milhão de habitantes. O governo Castelo mantem-se mudo sobre essa questão.

Geraldo Castro lembra que a única ação efetiva – até o pedido de informações ao IBGE dos parlamentares do PCdoB – foi feita pelo presidente da Câmara, vereador Isaías Pereirinha, criando uma comissão que acompanha o caso.

Ontem, Castelo entregou os primeiros fardamentos escolares aos alunos da rede municipal, numa creche na Liberdade e outra na Quinta do Macacão, no Centro. A confecção das fardas escolares traz a principal marca do governo tucano de Castelo: foram feitas sem licitação.

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21|ago|16:44

CAMPONÊS MORTO A TIRO: ASSIM GOVERNA O PSDB

O trabalhador rural gaúcho Elton Brum da Silva, 44 anos, foi morto com um tiro no peito durante a desocupação da fazenda Southall em São Gabriel (RS), ocupada desde o dia 12 de agosto. Militante do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST) ele chegou morto à Santa Casa de São Gabriel.

Uma mulher e uma criança também ficaram feridas no confronto, provavelmente com estilhaços do disparo que atingiu o sem-terra. O estado é governada pela tucana Yeda Crusius.

A promotora Lisiane Vilagrande, representante do MP na ação, disse que a ação foi rápida e que a Brigada Militar (BM) utilizou bombas de efeito moral para dispersar os sem-terra. A Brigada Militar utilizou cães, polícia montada e bombeiros para desocupar a fazenda.

Cerca de 300 policiais militares participaram da operação, que começou às 7h e foi autorizada pela Justiça.

Com informações da Chasque Notícias

Foto: Fernando Ramos/ Ag. RBS

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20|ago|17:57

COMPANHEIRA MARINA

(…) As esquerdas têm o dever de ouvir a voz de Marina Silva. As razões de Marina Silva. Ela, que já deu tanto à nossa geração, receba, agora, por todos os lados, a nossa mão estendida. As mãos que teceram ao longo de três décadas a rede de sonhos e esperanças que nos mobilizou a todos. (…) Nós que já sonhamos tanto por uma sociedade de harmonias, livre das opressões, precisamos também saber compor com as harmonias da Terra…”

Leia a íntegra do artigo (doc) 

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20|ago|07:03

EXCLUSIVO: ALESSANDRO MARTINS E MAIS 11 SERÃO INDICIADOS PELA CPI DA EUROMAR

Após cinco meses de instalada a CPI da Euromar, a deputada Eliziane Gama (PPS) apresentará hoje o relatório da comissão. A CPI decidiu pelo indiciamento do empresário Alessandro Martins e de mais 11 outros investigados.

Segundo a CPI Alessandro Martins “era o mentor e responsável por toda a organização criminosa”. O empresário será indiciado por oito crimes cinco previstos no Código Penal: Formação de Quadrilha; Corrupção Ativa; Falsificação de documento público; Desobediência e Inserção de Dados Falsos em Sistema de Informações.

Além desses crimes o sócio da Euromar será enquadrado por Sonegação Fiscal; Crime contra a ordem econômica e Crime contra as relações de consumo. A CPI descobriu mas não constará do relatório que o empresário Alessandro Martins, não é o dono da Euromar, ele representa os interesses de um empresário local na empresa.

DENÚNCIA DO BLOG

A CPI apurou uma denúncia feita em matéria deste blog: a Euromar fraudou documentos juntados nos Autos Agravo de Instrumento nº 09055/2009 que tramita no Tribunal de Justiça (TJ-MA).

Foi juntada no Mandado de Segurança uma relação de veículos, oriundos de uma suposta desistência de compra feita pela Auto1000 Locadora . No Agravo de Instrumento, há outra lista, mas a referência feita no processo é de que se trata do mesmo documento.

CPI

A CPI da Euromar foi instalada para apurar as denúncias das Locadoras a 15ª Promotoria de Justiça Especializada na Defesa dos Direitos do Consumidor, que tem a promotora Lítia Cavalcante como titular e as denúncias realizadas pelo Sindicato das Concessionárias de Veículos a Secretaria de Fazenda e ao DETRAN (Departamento Estadual de Trânsito).

Entre outubro de 2008 a janeiro de 2009, Alessandro Martins negociou de modo fraudulento um total de 1.412 veículos. Foram 916 em nome da Locadora São Luís; 262 da Auto 1000, outros 130 da Nova Aliançade; 56 da Crisbell e 48 Alcântara Veículos.

INDICIADOS

Alessandro Martins de Oliveira – presidente e sócio majoritário da Euromar

Débora Mendes Sampaio – gerente de vendas da Euromar

Ronaldo Costa Campos, vulgo Capitão Ronaldo

Luiz Fernando Ferreira Campos – Dono da Emplacadora

Volkswagen do Brasil – por meio de Anderson Tadeu de Paula

Servidores do DETRAN – MA

Anderson Luis de Sousa Melo ( Terceirizado)

João Pedro Nascimento Franco

José Carlos da Silva Nunes

Juracilene Carvalho Saraiva

Maria das Graças Gonzaga Costa

Nilton Cesar Pontes Castro

Valéria Barros Rodrigues da Motta (Terceirizada)

CRIMES DE ALESSANDRO MARTINS

Quadrilha ou bando – Art. 288 do Código Penal

Inserção de Dados Falsos em Sistema de Informações – Art. 313-A do Código Penal

Corrupção Ativa – Art. 333 do Código Penal

Falsificação de documento público – Art. 297 do Código Penal

Desobediência – Art. 330 do Código Penal

Sonegação Fiscal – Lei nº. 8.137/90

Crime contra a ordem econômica – Lei nº. 8.137/90

Crime contra as relações de consumo – Lei nº. 8.078/90

às 07h

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19|ago|21:34

O SACRIFÍCIO DOS INOCENTES

Mais uma vez publico um comentário do desembargador Stélio Muniz na página principal deste blog. O faço pelo bom debate e pelo respeito que cultivo pelo magistrado. Postura que tenho por boa parte dos seus pares que compõem a Corte de Justiça.

O desembargador põe uma questão cara a nós jornalistas. De antemão, concordo com todos os argumentos expostos. São e estão corretíssimos.

Porém, expor o nome dos personagens envolvidos – os filhos dos desembargadores com vínculos com o ISEC – poria em risco o emprego de duas das minhas fontes. A minha formação enquanto cidadão e jornalista é impeditiva. O código de Ética da minha profissão também é impeditivo.

Jamais exporia as minhas fontes em situações que as levasse a risco de morte ou, como no caso, a perda dos seus respectivos empregos. Antecipo que nenhuma das minhas fontes ouvidas obtiveram ou forneceram documentos que configurasse qualquer ilicitude.

Itevaldo

Parabéns pelo seu jornalismos investigativo. Fique certo de que seu trabalho está contribuindo para o aprimoramento dos poderes do Estado. Fique certo também, que, embora válida a notícia, a não identificação dos envolvidos, comete injustiças. No Tribunal somos 24 desembargadores e logo vem a indagação: – e quem não têm nada com isso e nem sabia desses acontecimentos?. Até que os nomes venham a público muitas especulações terão sido feitas. Ademais, tem aquela coisa que todos sabemos: quem toma conhecimento da notícia hoje, pode não ter a oportunidade de acompanhar mais adiante (como prometido), quando os nomes se tornarem conhecidos. E, aí, a opinão já está formada. Tenho três filhos: o Mauricio, advogado, com atuação, basicamente, na Justiça do Trabalho; o Marcelo que é um pequeno empresário detentor de uma franquia da ECT, situada na Av. Castelo Branco há mais de 15 anos; e, a Stela que é juiza há mais de 10 anos, hoje judicando na comarca de Codó. A sua notícia expõe fatos reprováveis sob todos os aspectos. Quando veem à tona sempre vejo muitos dos meus colegas expressando seus sentimentos de revolta. Revolta porque quando se dá uma agitada dessa, que você está dando nesses “sujões”, a lama que se desprende deles, respinga prá todo lado; fede, e o ambiente fica insuportável. Mas, vá em frente. Medindo o sacrifício dos inocentes, não é possível que tudo não resulte numa recompensa, em favor de todos nós, lá na frente”.

Stélio

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